Uma homenagem à obra instrumental de Daniel Deuschle, que transforma o silêncio em gesto e o som em liberdade. Em tempos de ruído, sua música oferece chão para quem perdeu o rumo e lembra ao Ser que ainda pode florescer.
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🖋️ Semântica Poética – “Ao que partiu e nunca saiu”
Um poema sobre ausências que não terminam. Sobre a permanência do amor mesmo depois da partida. Sobre a coragem de lembrar, de caminhar por dentro da dor com os pés descalços e a alma acesa.
“Ao que partiu e nunca saiu” é uma travessia poética de corpo e espírito — onde silêncio, memória e paixão se tornam um só gesto.
Quando o “pode contar comigo” vira silêncio
Quando promessas não se cumprem, nasce uma dor silenciosa. Este texto reflete, à luz de Proutení, como lidar com a ausência dos que diziam estar ao lado — sem endurecer, sem ferir, mas com dignidade e escuta.